Penúltimo módulo de Mediação de Conflitos do Curso de Juristas será realizado neste sábado (1)

31.05.2013

A Constituição Federal e os cartões da dinâmica teatral que serão usados na atividade deste sábado

Neste sábado (1), será realizado o penúltimo módulo do Curso de Técnicas e Etapas de Mediação II, novidade do Curso de Formação de Juristas Populares da Fundação Margarida Maria Alves.

O curso visa preparar as lideranças populares para desempenhar o papel de moderadores (as) de conflitos. A Fundação já contou com a colaboração do advogado Tiago Isidro e,  na programação de amanhã, terá a presença de Verônica Rodrigues, psicóloga e técnica da Fundação que contribuirá para o processo de capacitação das lideranças em um trabalho sob perspectiva multidisciplinar e subjetiva.

“Entendemos que, antes de mais nada, o (a) mediador (a) precisa se despir de seus preconceitos e suas posições pessoais para poder contribuir na solução de um conflito. Como o Curso de Juristas possui essa característica de não só transmitir o Direito, temos a preocupação de abordar outras áreas. Temos bastante expectativa em relação à contribuição de Verônica, que já possui experiência no assunto e participou, recentemente, representando a Fundação, de um curso intitulado ‘Fundamentos da Justiça Restaurativa’, promovido pela Escola de Perdão e Reconciliação (Espere). Quem promoveu o Curso foi o Centro de Direitos Humanos e Educação Popular de Campo Limpo (CDHEP), uma entidade de São Paulo”, afirma Anna Izabella Chaves Alves, coordenadora do Curso de Juristas.

No período da tarde,  será realizada uma reunião de avaliação da última Ciranda de Direitos, que aconteceu no bairro do Costa e Silva, trabalhando os (as)  alunos (as) em uma dinâmica que busca ajudá-los (as) nas dificuldades e nas perspectivas que surgiram nos atendimentos realizados por eles (as) no evento.

Para finalizar o encontro, será feito um trabalho teatral para que os (as) alunos (as) vivenciem o uso dos Remédios Constitucionais. O trabalho será em grupo, sob a orientação de Izabella e Samara, a estagiária de Direito da Fundação, para a utilização do Habeas Corpus, Habeas Data, Ação Popular e Mandado de Segurança.

Esta é uma dinâmica que já é aplicada quando os (as) alunos (as) possuem um embasamento mínimo sobre os remédios constitucionais e vem sendo aplicada, com sucesso, nos últimos 8 anos do curso.